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sábado, 5 de março de 2011

Revolução Árabe lota o Salão de Atos da URCA

 
Debate com o Prof. Fábio José sobre revolução árabe lota o Salão de Atos da URCA
A ANEL - Assembléia Nacional dos Estudantes - LIVRE do Cariri, entidade estudantil que integra a CSP-Conlutas da região, lotou o Salão de Atos da URCA no último dia 1º de março, com estudantes de diversas universidades e escolas das cidades de Crato e Juazeiro do Norte para discutir e tentar compreender o papel da juventude na revolução em curso no mundo árabe. À mesa do evento estavam os professor Fábio José (Departamento de Historia) e o professor Thiago Magno (estudante da URCA).
Debate Egito 01-03-2011 Urca.jpg
Em suas exposições, os debatedores localizaram a história contemporânea do Egito, o significado dessa revolução em um dos países mais importantes para a dominação imperialista na região e seus efeitos nas lutas das massas em todo o mundo.
Segundo declarou  o estudante do curso de direito Ítalo Coelho, dirigente da entidade “a atividade, foi muito bem aceita pelos estudantes que estão construindo as lutas em suas universidades/escolas, faz parte de um calendário de iniciativas e atividades financeiras da ANEL – Cariri rumo ao primeiro Congresso da Entidade que, assim como os lutadores da Praça Tahrir, buscará garantir a unidade nas lutas da juventude para que possamos construir uma sociedade livre do jugo e da exploração o capitalistas e finalmente podermos transformar nossos sonhos em realidade!”
Sindurca / Andes-SN / Conlutas

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Universidade Pública e Gratuita

SINDURCA/Prof. Augusto Nobre

A universidade pública e gratuita é a forma de garantir a autonomia na produção e na socialização do conhecimento crítico

Por Marina Barbosa, Presidente do ANDES-SN e Professora da UFJF - Minas Gerais
http://www.andes.org.br/imprensa/ultimas/contatoview.asp?key=6846

Pensar a universidade brasileira hoje significa entender o papel histórico da educação superior em um país capitalista dependente como o Brasil. O Ensino Superior em nosso país foi criado para atender, inicialmente, aos interesses da coroa portuguesa e, posteriormente, aos interesses estadunidenses, por meio da transplantação de conhecimentos.

Desde a gênese da universidade, um elemento político é constitutivo do dilema educacional brasileiro: a necessidade de expansão do acesso à educação. Essa necessidade, entretanto, caracterizou-se pela marca de um intocável privilégio social, cuja expansão começava e terminava nas fronteiras das camadas dominantes, como denunciava Anísio Teixeira.

Com o desenvolvimento do capitalismo em nosso país, a expansão do acesso à educação passou a ser uma exigência do próprio capital, seja para produzir força de trabalho para o atendimento das alterações produtivas, seja para difusão da concepção de mundo dominante. Esse processo foi historicamente confrontado pela pressão de professores e estudantes, com o intuito de destruir a monopolização do conhecimento pelas classes dominantes e pela democratização interna das universidades.

Estabeleceu-se, a partir daí, um debate que foi travado na década de 1960, quando a reforma universitária entrou na pauta política, como analisava o saudoso professor Florestan Fernandes. Ao longo de sua história, a universidade brasileira vive um processo de expansão do acesso que vem sendo conduzido pelos vários governos, especialmente a partir dos anos de 1970, por meio da ampliação do número de instituições privadas e pela privatização interna das universidades públicas, de forma a atender os interesses dominantes, que entendem a educação como um “serviço” e não como um direito dos trabalhadores.
Segundo dados do MEC/INEP (2008), do total de 1.637 Instituições de Ensino Superior (IES) em 2002 (final do governo de Fernando Henrique Cardoso), 195 eram públicas e 1.442 privadas. Já em 2008, do total de 2.252 IES, 236 eram públicas e 2.016 eram privadas. Esses dados evidenciam que a ampliação do número de IES privadas é mantida pelo atual governo.

Em relação à organização acadêmica, em 2002 o número de instituições estava assim distribuído: de 1.637 IES, 162 eram universidades, 77 eram centros universitários e 1.398 eram faculdades isoladas. Em 2008, de 2.252 IES, 183 eram universidades, 124 eram centros universitários e 1.945 eram faculdades isoladas.
Ainda que apresente alterações em relação ao número de instituições públicas e, especialmente, em relação às universidades, permanece a tendência de privatização da educação superior por meio das faculdades isoladas e centros universitários que não realizam pesquisa e são caracterizados, em sua maioria, como instituições de ensino.

O fortalecimento do setor privado como política dos últimos governos (de FHC a Lula) fica evidente também quando analisamos ações como o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni), que ampliam a isenção fiscal dos empresários da educação.
A privatização interna das universidades públicas ocorre por diversas ações: pelo decreto que regulamenta as parcerias entre as universidades federais e as fundações de direito privado; pela possibilidade de cobrança de cursos e venda de “serviços educacionais” pelas instituições públicas; pela Lei de Inovação Tecnológica que canaliza o trabalho docente para as empresas privadas e a ação dessas empresas nas instituições públicas, controlando, de forma privada, a produção do conhecimento e a formação profissional nessas instituições.

As mudanças causadas no ensino público
A outra face desse processo de reconfiguração da universidade pública brasileira está sendo realizada pelo Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), apresentado por meio de Decreto Presidencial (6096/07), que tem como objetivos aumentar o número de estudantes de graduação nas universidades federais; aumentar o número de alunos por professor em cada sala de aula da graduação; diversificar as modalidades dos cursos de graduação por meio da flexibilização dos currículos, da educação a distância, da criação dos cursos de curta duração, dos ciclos (básico e profissional) e bacharelados interdisciplinares; incentivar a criação de um novo sistema de títulos; elevar a taxa de conclusão dos cursos de graduação para 90% e estimular a mobilidade estudantil entre as instituições de ensino. Tudo isso no prazo de cinco anos.

Para cada universidade federal que aderir a esse “termo de pactuação de metas”, ou seja, a um contrato de gestão com o Ministério da Educação (MEC), o governo promete um acréscimo de recursos limitado a 25% das despesas de custeio e pessoal.

Entretanto, uma análise cuidadosa do parágrafo terceiro do artigo 3º e do artigo 7º do decreto de criação do Reuni deixa claro em que termos ocorrerá essa “expansão”, pois “o atendimento aos planos é condicionado à capacidade orçamentária e operacional do MEC” e “as despesas decorrentes deste processo devem estar circunscritas às dotações orçamentárias consignadas anualmente ao MEC”.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Professor Associado: conquista da luta!

O Estado do Ceará publicou no Diário Oficial do Estado (anexo), nesta quinta-feira (8/12), o Decreto que institui o cargo de Professor Associado nas universidades estaduais. A medida - considerada uma conquista importante do movimento sindical das três universidades estaduais cearenses - remaneja 200 vagas do cargo de Professor Auxiliar para o de Professor Associado e permite que os professores que estejam na classe de Adjunto M possam ser promovidos à classe de Associado N. Os professores Adjunto M, com título de doutorado, se beneficiarão com a recomposição salarial retroativa a 27 de Maio de 2009.

A instituição do cargo de Professor Associado integra o Plano Geral de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCV) dos professores das universidades estaduais cearenses, publicado em maio de 2008, após intensas mobilizações e resistência do movimento sindical. É, portanto, reflexo das lutas travadas pelas seções sindicais do Sindicato Nacional na Uece, na Urca e na UVA - que além do PCCV também conquistaram, à época, um plano de reajuste salarial.

A instituição do cargo de Professor Associado era um dos pontos do PCCV que ainda não haviam sido normalizados e que os sindicatos vinham levando à mesa de negociação com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará e com a Procuradoria Geral do Estado desde então. Dedicação Exclusiva (DE) e trabalho em condições especiais, também previstas no PCCV, porém, ainda precisam ser regulamentadas.

A mobilização se mantém, portanto, com relação às pautas que ainda estão pendentes, que também inclui a contratação de novos professores efetivos e a equiparação salarial dos substitutos.

SINDURCA / ANDES / CSP-CONLUTAS

http://www.conlutas.org.br/
http://www.andes.org.br/
sindurca@baydejbc.com.br

sábado, 11 de dezembro de 2010

ANDES em apoio aos Professores Municipais de Juazeiro do Norte

MOÇÃO DE APOIO

A Diretoria do ANDES-SN solidariza-se e apóia a luta dos Professores Municipais de Juazeiro do Norte que, neste momento, lutam contra a aprovação do Plano de Carreira e Cargos, em tramitação na Câmara Municipal, e que trará prejuízos à categoria.

Solicitamos das autoridades municipais a abertura de diálogo com os professores para que, fruto do debate democrático, possam ser encaminhados e aprovados projetos que visem atender os anseios da categoria e de uma educação de qualidade.

Brasília, 10 de Dezembro de 2010.

Diretoria do ANDES-SN

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Assembleia dos Professores URCA

Colaboração: Prof.  Augusto Nobre

Companheir@s

Passado o período eleitoral, onde Dilma Rousseff foi eleita presidente e Cid Gomes foi reeleito governador do estado do ceará, a comunidade universitária, como era de se esperar, retomou os debates sobre as questões mais locais. Dois temas tomam as discussões de professores, funcionários e estudantes: a carência de professores nos vários cursos da Urca e a sucessão da administração do Prof. Plácido Nuvens a frente da reitoria.

O sindicato vem sendo insistentemente procurado para saber do nosso posicionamento acerca desse ou aquele candidato. Informes sobre a falta de professores em diversas disciplinas não param de chegar. É por esse motivo que decidimos pautar esses debates na assembleia dos professores a ser realizada no pátio da pedagogia, na próxima sexta-feira, dia 26 de novembro, às 19:30h.

Para o Sindurca existe um debate que antecede a qualquer especulação dos nomes dos reitoráveis - a concepção de universidade pública que defendemos e o processo de escolha dos dirigentes universitários.

Universidade Pública
Queremos discutir com a comunidade universitária o papel da universidade na sociedade e sua relação com as lutas sociais e o processo de reorganização sindical em curso no país. Na visão do sindicato, a concepção que vigora atualmente é a chamada universidade operacional, que é avaliada por índices de produtividade. Entre as principais características desse modelo de universidade estão a precarização do trabalho docente e a avaliação pela quantidade de publicações que privilegia a produção e não o pensamento, além de confrontar a autonomia universitária e a indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão. A outra concepção de universidade que nós do Andes-SN defendemos é a que se baseia no ensino público, gratuito e de qualidade para todos; na autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial; na liberdade interna e de organização e na indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. A dimensão pública das instituições de ensino superior se efetiva pela sua capacidade de representação social, cultural, intelectual e científica. A condição básica para isso é a capacidade de assegurar uma produção de conhecimento inovador e crítico, que respeite a diversidade e o pluralismo e não simplesmente preencha uma função de reprodução de estruturas, relações e valores.

Eleições Diretas para Reitor
Existe mesmo eleições para reitor na Urca? O Andes-SN construiu sua proposta de universidade tendo como um de seus eixos fundamentais a autonomia indissociável da democracia. Isto significa que a autonomia de qualquer ordem deve estar vinculada à democracia interna, garantida estruturalmente nos mecanismos de decisão, controle e gestão. Isto significa que a forma de escolha do dirigente maior das IES, mesmo não sendo a única condição para garantir a democracia, tem papel fundamental no processo. Não é por acaso que a Proposta do Andes-SN para a universidade brasileira contempla eleições diretas e secretas para reitor e vice-reitor, com a participação de docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes, conforme definido em seus estatutos e regimentos, encerrando-se o processo de escolha dos dirigentes no âmbito da universidade. Esta é uma exigência coerente com o exercício da autonomia da universidade.

Mais docentes e recursos para a Urca
Outra questão candente é sobre a carência de docentes e contratação dos professores. O Secretário de C&T Renê Barreira vinha afirmando que não teríamos nenhum concurso neste ano, nem mesmo o concurso para as reposições. Neste primeiro semestre fizemos dois movimentos: manifestações públicas e ações judiciais. O fato concreto é que saiu um concurso com 60 vagas - uma vitória parcial da categoria. Parcial, pois os problemas continuam. Continuamos sem professores nas salas de aula. Nossa carência de professores gira em torno de 300 vagas se pensarmos em todos os campi da URCA. E já começam os rumores de um novo concurso para professor "substituto". Devido a uma ação do Sindurca, a justiça mandou a URCA realizar concurso para 155 vagas para professores e também para o número necessário de técnicos administrativos. Por que a Reitoria não realiza os concursos necessários? Porque a Reitoria não cumpre a ordem judicial? Outro problema crônico são as condições de trabalho.  Apesar do Restaurante Universitário, ainda continuamos com enormes carências de salas de aula, sala de professores, laboratórios, etc.

Portanto, mobilizar a categoria, fazer o debate e encaminhar as lutas, é a tarefa essencial do Sindurca. Na próxima sexta-feira, às 19:30 horas, no pátio da pedagogia  do campus do pimenta, todos à assembléia para debater o papel da universidade na transformação da sociedade e também da própria universidade.

Compareça!

SINDURCA / ANDES / CSP-CONLUTAS

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

InformANDES nº 153

cid:05b701cb81ba$0a28b050$6f00a8c0@email
SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
Nº153 - Brasília-DF, 11 de novembro de 2010 - www.andes.org.br ____________________________________________________________________________________________________________________
Pressão do ANDES-SN reverte ato do MTE, que restabelece o direito de atuar em SC 
O processo de mobilização articulado pelo ANDES-SN no último período surtiu efeito e culminou na retirada da obstrução para o Sindicato Nacional atuar nas instituições federais de ensino superior no Estado de Santa Catarina. O anúncio foi feito oficialmente pelo ministro Carlos Lupi aos representantes da diretoria do ANDES-SN, durante audiência na tarde desta quarta-feira (10/11). Leia mais
Docentes do Iseaf criam nova Seção Sindical do ANDES-SN e preparam mobilizações 
Na noite de quinta-feira (4/11), em Teresina (PI), professores do Instituto Superior de Ensino Antonino Freire – Iseaf aprovaram em assembleia geral, por unanimidade, a criação de uma Seção Sindical do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN. A nova entidade tem o nome de Sindiseaf Seção Sindical. Ainda na assembleia, foi eleita uma direção provisória encabeçada pelo professor Vanderlan Pereira da Silva e aprovado o regimento do Sindiseaf. Leia mais
Consulta informal na UFG acirra resistência à criação de sindicato local 
A consulta informal promovida pela Associação dos Docentes da Universidade Federal de Goiás - Adufg Seção Sindical sobre a possibilidade de desfiliação do ANDES-SN e criação de um Sindicato local docente, apesar de cercada de impropriedades, conquistou o voto da maioria dos participantes. Entretanto, despertou não só os antigos militantes do legítimo Sindicato Nacional da categoria que se encontravam afastados do movimento como também motivou a curiosidade dos novos professores sobre a natureza e atuação do ANDES-SN docente. Leia mais
Professores discutem carreira docente e autonomia universitária na Apufpr 
No dia 06 de outubro, os docentes da UFPR estiveram reunidos em assembleia geral extraordinária para debater sobre o pacote da autonomia universitária, com a participação do professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Roberto Leher. A reunião promovida pela Associação dos Professores da UFPR – Apufpr Seção Sindical também deu continuidade a discussão sobre a carreira da categoria, com o debate sobre os eixos três e quatro propostos pela metodologia do Andes-SN: carreira única, cargo único e estrutura. Leia mais
I Congresso Universitário da UFCG reunirá comunidade acadêmica de todos os campi 
O I Congresso Universitário da Universidade Federal de Campina Grande - UFCG reunirá no período de 18 e 20 deste mês, em Campina Grande , no Centro de Extensão José Farias da Nóbrega, 120 estudantes, servidores e professores de todos os campi da instituição, com o objetivo de debater e aprovar propostas para melhorar seu funcionamento. O tema central do congresso será: UFCG – Passado, Presente e Futuro. Os delegados deverão ser eleitos até o próximo dia 16. Leia mais
Adufpb realiza seminário sobre Brasil, Carreira Docente e Campanha Salarial 2011 
A Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba - Adufpb Seção Sindical realiza nos dias 18 e 19/11 o seminário “Brasil: Universidade e Carreira Docente”, que contará com a participação da presidente do ANDES-SN, Marina Barbosa Pinto. O evento acontecerá no Litoral Hotel, no bairro do Cabo Branco, em João Pessoa (PB). Leia mais
Secretaria Regional Nordeste II do ANDES-SN promove V Encontro Temático 
A Secretaria Regional Nordeste II do ANDES-SN promove, nos dias 12 e 13 de novembro, o V Encontro Temático Regional Nordeste II, que será sediado pela Seção Sindical dos Docentes da Faculdade de Filosofia de Caruaru – Sindfafica , em Caruaru (PE). Leia mais
Mais notícias em www.andes.org.br
Para receber este informativo escreva para imprensa@andes.org.br
Colaboração: Prof. Augusto Nobre

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Greve contra Redução Salarial em Juazeiro do Norte

Colaboração: Prof. Augusto Nobre

Os Professores da rede municipal de ensino de Juazeiro do Norte/Ce, deflagraram greve por tempo indeterminado contra a redução salarial, em assembléia realizada na quadra de esporte da escola estadual CERE, a partir das 15h (08/11), com  a presenças de muitos professores, servidores municipais da Secretaria de Finanças em greve e representações sindicais do SINDURCA, ANDES, Sindicato dos Agentes de Trânsito do Cariri,  CSP-Conlutas/CE e Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Juazeiro do Norte, contamos também com a presença do  dirigente do PSTU e fundador do SISEMJUN Prof. Dr. Fábio José.

PROGRAMAÇÃO:
1. Visitas nos locais de trabalho(09/11)
2. Ocupação na Câmara dos Vereadores( 09/11)
3. Passeata no centro da Cidade (10/11)
4. Audiência pública (12/11)

SISEMJUN - SINDICATO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE JUAZEIRO DO NORTE/CE - CSP-CONLUTAS
Rua Padre Cícero, 1130, Cep.: 63010-020
Bairro: Salesianos/ Fone (88) 3511.9247
Juazeiro do Norte/CE
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Homenagem a Luiz Gonzaga