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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Chico Alencar do PSOL - Prêmio Congresso em Foco




O deputado Chico Alencar (Psol-RJ),integrante do grupo de cinco parlamentares finalistas de todas as edições do Prêmio Congresso em Foco, destacou nesta quarta-feira (5) a importância do avanço da democracia no país. Ao citar a premiação realizada desde 2006 pelo site, Chico afirmou que iniciativas como a de escolher os melhores congressistas valorizam a boa atuação política.


VOCÊ SÓ TEM ATÉ DOMINGO! ENTRE E ESCOLHA OS MELHORES PARLAMENTARES DE 2011


Fonte:http://congressoemfoco.uol.com.br/

segunda-feira, 27 de junho de 2011

"Nossos sonhos não cabem nas suas urnas".


É o dinheiro, estúpido!PDFImprimirE-mail
Política
Chico Alencar   
Seg, 20 de Junho de 2011 14:32
Enriquecimento patrimonial atípico não causa desconforto sequer em partido que tem inspiração socialista, cada vez mais ligado às corporações
 Chico AlencarChico AlencarA famosa exclamação do publicitário James Carville -"É a economia, estúpido!"- aventando a derrota de Bush pai para Bill Clinton, em 1992, admite paráfrase sobre o Brasil de hoje. O caso Palocci vai muito além da consultoria milionária que prestou enquanto exercia mandato de deputado federal.
O essencial da questão produz, recorrentemente, características regressistas à nossa República: a total promiscuidade entre negócios privados e interesse público.
O deus dinheiro dogmatiza a afirmação de que a vivência como gestor público "é experiência única, que dá enorme valor de mercado".
Enriquecimento patrimonial atípico não provoca desconforto sequer em partido de inspiração socialista, cada vez mais vinculado às grandes corporações. Afinal, "enriquecer não é crime", e até para o procurador não há o que procurar.
Um autor muito caro aos petistas de antigamente, Karl Marx, em "As Lutas de Classe na França", com sua análise acurada do contexto europeu da metade do século 19, ainda joga luz ao que acontece aqui: "As enormes somas que passavam pelas mãos do Estado davam a oportunidade para fraudulentos contratos de fornecimento, corrupção, subornos, malversações e ladroeiras de todo gênero. A pilhagem por atacado do Estado pelos financistas repetia-se a varejo nas obras públicas".
Ontem como hoje, o Estado não é fortalecido para prover à população os serviços fundamentais, mas, sim, para viabilizar riquezas e a perpetuação dos seus operadores.
Privatiza-se a política: os fetiches de dinheiro e prosperidade, ícones da cultura dominante, estão inoculados no nosso sistema eleitoral.
A eleição de representantes da população demanda crescentes recursos, restritivos a que maiorias sociais se tornem maiorias políticas. Dos eleitos para o Congresso, 55% tiveram financiamentos de grandes empreiteiras.
Os amálgamas das bancadas parlamentares não são doutrinas e projetos, mas interesses imediatos: do banco, da bola, da bala, da motosserra. Todos os chamados "grandes candidatos" ao Executivo têm os mesmos provedores: instituições financeiras, mineradoras, construtoras, agroindústrias.
Os partidos políticos, desideologizados, consórcios para ocupação de espaços clientelistas da administração, são empresas que produzem a mercadoria voto, cujo combustível de fidelização é a política de clientela e um governismo atávico. A militância de ideias e de causas encolhe diante do poder dissolvente do dinheiro.
No Brasil, cumprir a lei é revolucionário. Na administração pública, a simples prática dos princípios constitucionais da legalidade, da moralidade, da impessoalidade e da publicidade, em todos os níveis, seria transformadora. Esses preceitos já deviam ter vedado qualquer atividade empresarial privada concorrente com a função pública, que exige dedicação integral.
Sob a aparente "normalidade", entretanto, algo se move. As revoltas populares nos países árabes e as praças ocupadas por jovens e desempregados na Europa, em especial na Espanha, na Grécia e em Portugal, chegam até nós.
A cobrança mobilizadora tem eixos culturais mudancistas, como eliminação de privilégios, serviços públicos de qualidade, garantia de direitos sociais, combate às desigualdades, controle das movimentações financeiras e democracia participativa. Questionando o sistema político e o cinismo partidário, a multidão na Porta do Sol, em Madri, proclama: "Nossos sonhos não cabem nas suas urnas".
Por diversas formas, esse clamor também crescerá aqui.
Chico Alencar é deputado federal (PSOL/RJ).
Fonte: http://socialismo.org.br/

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dep. Chico Alencar PSOL-RJ - Prêmio Congresso em Foco 2010

Chico Alencar foi eleito o Melhor Deputado de 2010
Chico Alencar (Psol-RJ) fez uma menção ao centenário da Revolta da Chibata, a rebelião comandada pelo marinheiro João Cândido, no dia 22 de novembro de 1910, e disse que ela serve de alerta para o comportamento do Congresso, que sempre tem de ser sensível aos anseios da sociedade.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Chico Alencar é o grande vencedor

22/11/2010 - 22h20
Chico Alencar ganha na categoria combate à corrupção
Renata Camargo

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) é o grande vencedor da categoria Combate à Corrupção do Prêmio Congresso em Foco. A premiação ocorre nesta segunda-feira (22) em Brasília. Também foram indicados como destaques nessa categoria os deputados Flávio Dino (PCdoB-MA) e Gustavo Fruet (PSDB-PR) e os senadores Alvaro Dias (PSDB-PR), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Pedro Simon (PMDB-RS).
Essa categoria foi criada para incentivar os parlamentares que se dedicam ao duro trabalho de fazer do Brasil um país com melhores práticas na administração pública. Na noite de hoje, todos os parlamentares destacados como combatentes na luta para acabar com uma das grandes chagas que assolam a política brasileira, a corrupção, foram agraciados com diploma. O deputado é membro da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção.  

O deputado Chico Alencar, destaque da categoria, recebeu outras duas homenagens: por ter sido considerado o melhor deputado por jornalistas que cobrem o Congresso e por ter sido o mais bem avaliado pelos internautas.

O Prêmio Congresso em Foco na categoria Combate à Corrupção foi concedido em conjunto com a Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF).

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chico Alencar e "o valor da palavra empenhada"

Discurso - 09/11/2010  11h14 
Chico Alencar defende trajetória de Joaquim Nabuco para políticos
A Câmara realiza até o dia 14 de novembro a mostra "Joaquim Nabuco. O valor da palavra empenhada". Para o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), a trajetória do jornalista, escritor, diplomata e deputado Joaquim Nabuco deve ser seguida à risca pelos políticos que lutam pela ética e dignidade no País. O deputado ressaltou a luta de Nabuco não só pelo fim da escravidão, mas também pela criação de mecanismos que permitissem a integração completa dos ex-escravos na sociedade, "o que acabou não acontecendo".

Leia a íntegra do discurso

Reportagem - Voz do Brasil
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Homenagem a Luiz Gonzaga