quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior

O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) é um programa destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes que não têm condições de arcar integralmente com os custos de sua formação. Para candidatar-se ao Fies, os alunos devem estar regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no programa e com avaliação positiva nos processos avaliativos do MEC.

QUESNAY, Francois


QUESNAY, Francois, nascido em 1694 e falecido em 1774, economista francês. Líder da escola fisiocrata, a primeira escola de economia política.
Quesnay foi médico, primeiro de Madame de Pompadour e depois do rei Louis XV, na corte francesa. Suas primeiras publicações foram no campo da medicina. Seu conhecimento da circulação do sangue e sua fé no poder curativo da natureza ele leva para suas especulações na área econômica como um preceito de confiança na natureza como capaz de reger também a economia por via das inclinações naturais do homem. Somente depois dos 60 anos de idade publicou seu primeiro livro no assunto. Com o apoio de Madame de Pompadour, atraiu um grupo de economistas que o viam como seu líder.

Adam Smith - O Formulador da Teoria Econômica

Adam Smith, considerado o formulador da teoria econômica, nasceu em 1723, em Kirkcaldy, na Escócia. Ele freqüentou a Universidade de Oxford, e nos anos de 1751 a 1764 ensinou filosofia na Universidade de Glasgow onde publicou seu primeiro livro, A Teoria dos Sentimentos Morais. Contudo, foi com outra obra que ele conquistou grande fama: Uma Pesquisa Sobre a Natureza e as Causas das Riquezas das Nações, lançado em 1776. Grande parte das contribuições de Adam Smith para o campo da economia não foi original. Porém, ele foi o primeiro a lançar os fundamentos para o campo desta ciência.

Ser um profissional muito ocupado nem sempre é bom sinal; veja as situações!

Por Roberta de Matos Vilas Boas - InfoMoney No mercado de trabalho, estar sempre ocupado ou ficar falando isso o tempo todo é status, já que mostra que o profissional é competente, importante e dedicado ao trabalho. Embora em determinados casos isso corresponda à realidade, dizer que está sempre ocupado pode prejudicar sua imagem perante outros colegas e até mesmo o chefe. Isso porque a atitude pode demonstrar um individualismo da pessoa. "É negativo quando o funcionário nunca está disponível para ajudar. Agindo dessa maneira, ele pode demonstrar falta de disposição para o trabalho em equipe, companheirismo e senso de urgência", afirma o gerente de planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Água de coco ganha mercado nos EUA


Por Patrícia Campos Mello - Agência Estado Depois das sandálias Havaianas, da depilação "brazilian wax" e dos rodízios de churrasco, chegou a vez de a água de coco brasileira conquistar os Estados Unidos. Vendida como o "Gatorade da natureza", por suas propriedades de hidratação e por não ter gordura, a água de coco saiu dos nichos de supermercados de produtos naturais e já pode ser encontrada em todo lugar.

Jean Jacques Rousseau: um dos principais filósofos do iluminismo


Este movimento surgiu na França do século XVII e defendia o domínio da razão sobre a visão teocêntrica que dominava a Europa desde a Idade Média. Segundo os filósofos iluministas, esta forma de pensamento tinha o propósito de iluminar as trevas em que se encontrava a sociedade.
Os pensadores que defendiam estes ideais acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem. O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.

COLONIZAÇÃO - U.S.A.


Os Estados Unidos tinham uma vantagem que era a de não sofrer a colonização de exploração (não se cobrava impostos). Ingleses e americanos eram iguais perante a lei.
Nos Estados Unidos (13 primeiras colônias):
Norte: Sofreu colonização de povoamento Sul: Houve o plantation de tabaco e algodão
Os dois (Norte e Sul) enriquecem ao seu modo. A Inglaterra não explora nenhum dos dois. Então capitaliza-se os dois lados. O norte pega madeiras, feixes, carnes, peles e leva para o Caribe, lá ele vende esses produtos e compra melaço e rum e troca esses dois produtos por escravos na África, volta para a América e vende os escravos para o Sul, é o denominado comércio triangular

ILUMINISMO


A Revolução Gloriosa marcou o fim do absolutismo na Inglaterra, criando assim, um país burguês = tudo que existe de recursos (tanto no campo material, quanto no campo humano) seria usado em favor da burguesia, gerando acumulo de capital, o que faz da Inglaterra o país mais rico da Europa.
As burguesias dos outros países perceberam que os ingleses conseguiram abater o Antigo Regime = o rei é deposto, acaba o absolutismo, acaba a sociedade estamental e acaba o Mercantilismo. Então, eles tentam fazer a mesma coisa, sobretudo na França que é "grudada" na Inglaterra. Tudo que se faz na Inglaterra, reflete na França e a burguesia percebeu que se não tomasse uma atitude quanto à destruição do A.R., eles seriam destruídos, pois os ingleses vão acumular toda a riqueza existente na Europa e os outros países vão empobrecer, as burguesias vão à falência (se não há lucro, não há como viver dentro do sistema capitalista).

Teoria Econômica - Mercantilista

Mercantilismo, teoria econômica que acompanhou o absolutismo na Europa nos séculos XVI e XVII e XVIII. Assim como o absolutismo dava ao monarca poder absoluto por força do Direito Divino (O Rei tinha autoridade promanada de Deus), pela mesma razão cabia-lhe conduzir, com seus ministros, a economia nacional. Foi o economista inglês Adam Smith, no seu Wealth of Nations ("A Riqueza das Nações"), de 1776, que denunciou o procedimento e lhe deu o nome Mercantilismo, que ele passou a combater.

Na teoria mercantilista, a base de sustentação da economia eram os estoques de ouro e prata, o comércio e a indústria. A nação que não tivesse minas, deveria obter aqueles metais preciosos através do comércio. O país devia buscar exportar mais que importar. As colônias deveriam ser mantidas como consumidoras dos produtos da metrópole e ao mesmo tempo fornecedoras de matéria prima para a metrópole. A manufatura era proibida nas colônias, onde todo o comércio era monopólio da metrópole. Para ser forte uma nação deveria ter uma grande população, que constituiria seu mercado interno, além de criar abundância de mão de obra e forças de defesa. A austeridade era fundamental, a fim de que houvesse pouca necessidade de importação, principalmente de artigos de luxo. O povo e o governo deviam poupar e ser parcimoniosos nos gastos.

Os inimigos do mercantilismo argumentavam que não havia diferença entre o comércio interno e o comércio externo, pois todo comércio beneficiava tanto o mercador quanto o consumidor, e condenavam a poupança por retirar recursos do mercado. Negavam que uma nação pudesse crescer economicamente apenas suplantando outras nações através do comércio, porque o comércio somente se manteria em duas vias, de entrada e saída.

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MERCANTILISMO

Política econômica desenvolvida pelos Estados europeus entre os séculos XVI e XVIII, baseada no absolutismo estatal e na empresa privada. Corresponde à transição do feudalismo para o capitalismo, portanto à era de acumulação do capital. Caracteriza-se pela interferência do governo na economia, na acumulação de metais preciosos, na balança comercial favorável (exportação maior que importação) e na exploração colonial.

O fortalecimento do poder real depende de sua capacidade de acumular riquezas e de proteger a nação da concorrência militar e econômica de outros países. Com a formação das monarquias nacionais surge o desejo das nações de se tornar potências, apoiadas pela burguesia. Nessa época, a riqueza é determinada pela quantidade de metais preciosos (ouro e prata) que se possui. Os países que não têm acesso direto às minas procuram aumentar seu comércio. Para isso iniciam a expansão marítima e comercial, conquistando e explorando novos territórios. Para controlar a riqueza e a economia, os Estados utilizam-se de barreiras alfandegárias, tarifas de comércio, incentivo às empresas privadas, controle da produção interna e promoção das atividades comerciais. A criação de companhias de comércio para a exploração colonial também é um elemento da política mercantilista. São empresas privadas nas quais se associam governo e empresas comerciais para ampliar e defender, inclusive militarmente, os negócios nos territórios então descobertos. Um exemplo é a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, cujo objetivo era garantir para a Holanda (Países Baixos) o mercado fornecedor de açúcar.

Com a Revolução Industrial, em meados do século XVIII, o mercantilismo é substituído pelo liberalismo econômico, que defende a não-interferência do Estado na economia.

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Homenagem a Luiz Gonzaga